Vale do São Francisco · PE
Do PNZ à orla sem perder a pauta no Centro nem a ponte
Petrolina se organiza pelo rio e pela ponte — o relógio é o do voo e o de Juazeiro
Quem chega pousa no Senador Nilo Coelho (PNZ). Hotel no Centro ou na orla, reunião na Cohab e o trecho até Juazeiro da Bahia cabem no mesmo expediente se o motorista já saiu com a ordem da Cardoso de Sá e da ponte, não com o aceite do minuto.
Pontos da cidade que a agenda petrolinense mais cita
Centro e a Cardoso de Sá
Sede, hotel (Ibis, Hotel do Lago, similares) e o calçadão. Informe o prédio; o Centro mistura comércio e pernoite.
Orla do São Francisco e o calçadão
Pernoite e jantar. Combinamos o ponto de espera; o calçamento não admite recuo improvisado.
Cohab, Areia Branca e o polo irrigado
Clínicas, packing house e a BR-407. Protocolo de portaria entra no roteiro junto com o turno da fruta.
Univasf e o campus
Pauta acadêmica. O recuo pede bloco e portaria, não “na universidade”.
Rotas de vale, ponte e porta do sertão
PNZ → hotel na orla → Centro
Pouso, pernoite e sede. A margem sai do terminal, não da fila do táxi.
Petrolina → Juazeiro pela ponte
Dois estados no mesmo recado. Informe o endereço em Juazeiro; o recuo muda no outro lado do rio.
Hotel → packing house ou Casa Nova
Quando a pauta sai pela BR-407, o trecho entra como viagem. Orçamento à parte.
Senador Nilo Coelho — PNZ
O aeroporto internacional fica no recorte da cidade. Combinamos o voo. A espera no desembarque integra o trecho PNZ; o passageiro não cruza o saguão atrás de uma placa genérica.
Perguntas de quem pousa no Nilo Coelho
É trecho urbano. Marcamos margem: a Cardoso de Sá e o horário de pico alteram o intervalo.
Sim. O número do voo entra no pedido e a espera no terminal faz parte do trecho.
Sim. Informe o endereço na Bahia. São dois municípios; o recuo muda no outro lado do São Francisco.
Sim, quando a planta entra no roteiro. Envie o nome na portaria; o horário sai sob consulta.